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"Os amigos são a família que escolhemos".

Esta tem sido uma frase muito lida nas redes sociais, como legenda de fotos entre grupos de amigos. 

 

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Eu tenho a sorte de poder dizer que a minha família (mãe, irmão e futuro e duvidoso marido) são os meus melhores e maiores amigos, mas sem dúvida que considero que fora deste elo de ligações é muito importante ter grandes, melhores e bons amigos. Amigos de sempre, que nos acompanham toda a vida (eu tenho). Amigos que vamos fazendo ao longo de toda a nossa vida de estudante, uns conservamos (eu tenho), outros apesar de terem tido um papel importante a certa altura da nossa vida, foram ficando na nossa lembrança e  agora somos amigos do facebook (eu tenho). Há amizades que criamos através de outros amigos (eu tenho). Há amigos de viagens, amigos de copos e amigos de redes sociais. E por último, será que há amigos do trabalho? 

 

Existem pessoas que adoptam a ideia de que no trabalho não existem amigos, que a qualquer momento as coisas podem mudar de figura e quem pensamos ser nosso amigo, pode passar a competir conosco. Eu nunca me "fechei" a amizades, mas sempre tentei avaliar bem cada situação. E hoje posso dizer que fiz bons amigos no trabalho, com os quais nunca vivi momentos menos bons, porque mesmo enquanto colegas soubemos conservar amizades. 

 

Sou do tipo de pessoas que defende que as relações de amizade devem ser trabalhadas, investidas e cativadas. Que são uma espécie de relação amorosa, porque não devemos parar de comunicar, seja qual for o meio, devemos fazer sentir a nossa presença, devemos festejar os momentos bons e apoiar sempre nos momentos maus. A distância não é desculpa e com tanta tecnologia hoje, tudo é possível. 

 

Hoje é sexta-feira e mesmo não sendo o dia da amizade, acho que é um dia para celebrarmos os amigos, porque TODOS os dias são dias de celebrar a amizade. Porque não combinar um jantar com alguém que não vemos há muito tempo, ou mandar uma mensagem de saudade ou com um simples "lembrei-me de ti". Não é vergonha, não é tontice, não é exagero, é honesto e verdadeiro se for feito com real vontade. E claro que não temos de fazer isso todos os dias, sempre à mesma pessoa, mas é importante não deixar que o tempo leve pessoas de nós. 

 

O vídeo da Super Bock inspirou-me a escrever este texto, porque se existe uma coisa que sempre defendi é a importância da amizade e o saber SEMPRE ter tempo para os amigos (mesmo longe, mesmo que tenhamos namorado(a), quando estamos atolados de trabalho, cansados). 

 

A ideia de largar o telemóvel e levantar o copo está genial. O anúncio está brilhante e a mensagem que passa é o mais real possível dos dias que correm. Eu, tu, nós, e muitas outras pessoas têm o péssimo hábito de estar em grupo e com o telefone na mão a postar fotos, a escrever mensagens ou só a passar o olho nas redes sociais, ou seja temos a cabeça enterrada numa coisa tão pequena e sem sentido, e esquecemo-nos de dar valor ao que realmente importa, a(s) pessoa(s) que está perante nós, que dispensou parte do seu tempo para estar ali. 

 

Por isso, depois de lerem isto porque não falarem com aquele amigo com quem não falam há uma eternidade e que há uns tempos até se lembrou de mandar uma mensagem ou com aquele amigo com quem adoravam estar, mas que sem motivo algum deixaram de ter contacto? 

 

"Vale a pena pensar nisto" ( frase do Oceano Pacífico)! 

 

Tinha tanto para escrever sobre este tema e muito mais sobre os meus amigos, com os quais tenho passado óptimos momentos e me têm dado imensa força nesta mudança de vida! Mas eles sabem que os adoro! 

 

Aqui fica este vídeo fenomenal! 

by Bel

 

 

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Existe todo um rol de opções para um dia de semana sem trabalho, especialmente uma segunda-feira. A primeira ideia que me veio à cabeça foi ainda antes de começar o dia : não por o despertador e acordar quando o meu corpo quiser. 

 

Acordar e tomar um bom pequeno-almoço, bem descansado e tranquilo, enquanto leio uns blogs, atualizo-me nas redes sociais  e vejo as primeiras páginas dos jornais. 

 

Depois nada melhor do que retomar uma atividade que tinha largado à uns meses: voltar ao ginásio. Não podia estar mais contente. Desde que tenho ginásio em casa resolvi poupar umas mensalidades de ginásio e fazer exercício sozinha, mas passado todo este tempo sinto falta das aulas e da rotina de ginásio. Sei que vou ter de voltar a reorganizar o meu tempo para encaixar mais uma hora no meu dia, mas é por uma boa causa. 

 

A tarde, apesar deste sol, é reservada para fazer coisas que estava para fazer há já algum tempo, tais como, reorganizar as coisas aqui em casa e pendurar umas molduras na parede, para puder por algumas das minhas milhares de fotos, que para mim é o que dá mais vida a uma casa. 

 

Para acabar o dia em beleza, comprar umas coisinhas que me faltam aqui para casa, jantar e ir até ao casino de Lisboa onde vão atuar os Deolinda. A entrada é grátis, excepto para quem queira reservar lugar sentado com jantar, neste caso os preços são entre 15 e 18 euros. 

 

É bem verdade que o tempo corre, mas se o pensarmos bem e o organizarmos somos nós que O controlamos e não ele a nós! 

 

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by Bel

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Quando começamos a reparar que as pequenas coisas da vida são as que nos fazem feliz é porque talvez andamos a perder o nosso precioso tempo com grandes feitos que não nos deixam nem próximos da felicidade.

 

No outro dia entre conversas com colegas perguntei-lhes “ É só para mim que o tempo tem passado a correr ou vocês também têm sentido? É que eu sempre soube aproveitar bem o meu tempo!”.

 

Eu sei que não posso controlar o tempo, mas sempre consegui “controlar o meu tempo” à minha maneira, claro. Mas mesmo na minha maneira meio que desorganizada de organizar o meu tempo, sinto que sempre tive tempo para tudo, mesmo que uns dias dormisse mais que outros. Mas nem isso me cansava.

 

Hoje em dia o tempo tem passado a correr, provavelmente porque trabalho mais uma hora ou duas que o normal, ainda quero ir ao ginásio, fazer o jantar e aproveitar o meu sofá, ou combinar uns cafés, ir ao cinema, ao shopping ou ao supermercado. Mas também quero ter energia para brincar com os meus gatinhos e conseguir ter a casa minimamente organizada. E não consigo.  O que é que mudou? Não pode ser por mais uma hora ou duas? As horas estão mais curtas? Os segundos passam mais rápido?

 

Quando vejo que a vida me está a passar ao lado em certos coisas às quais dou realmente valor, ponho logo um travão. Como não posso por um travão nos ponteiros do relógio, ponho um travão nas coisas que me estão a consumir tempo em vão, porque o que preciso é tempo para viver.

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“Times is  really the only capital that any human being has, and the only thing he can´t afford to lose”

Thomas Edison

by Bel

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Eu adoro o Natal. Mas verdade seja dita, tudo tem o seu tempo. 

Se fosse Natal o ano inteiro, as pessoas deixavam de dar a importância à época que realmente tem. Mas vendo bem as coisas é a época do ano em que as pessoas são mais solidárias, mais simpáticas, mais afetivas, mais calorosas, mais dadas, mais preocupadas. Será que aguentavam ser assim o ano todo?

 

É que eu gosto dos efeitos de Natal, em especial da árvore com todas as suas decorações. Gosto das luzes, que me fascinam e me fazem sorrir. Gosto dos doces de Natal, da corrida às prendas, dos embrulhos debaixo da árvore. E acima de tudo, gosto dos momentos em família, sempre vividos com toda a emoção que o Natal merece.

 

 

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Mas… e sim há sempre um “mas”…

 

Eu sinto que o Natal começa todos os anos cada vez mais cedo. É verdade que as luzes começavam a ser colocadas em Novembro, mas era só isso. As lojas, as ruas, as casas, as próprias pessoas começavam a viver o Natal quando começava Dezembro.

 

Agora, dia 1 de Novembro já está tudo preparado para o Natal. Luzes, doces de Natal, árvores por todo o lado e as lojas tentam puxar ao máximo o consumismo com os interiores apelativos e a indicação de promoções com letras garrafais.

 

Não que eu não queira que o Natal dure mais tempo, mas parece que já não é a mesma coisa. Sinto que as pessoas têm necessidade de viver a vida cada vez mais rápido. Com uma ansia cada vez maior que os dias cheguem, mas também que passem rápido. Falta a verdadeira alegria e emoção. Porquê? O que justifica esta necessidade de as pessoas “viverem a correr”? Será que para o ano o Natal começa em Outubro?

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post e montagem by Bel

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