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O fim-de-semana já está mesmo aí e dentro de poucas horas estou de partida para Lisboa. Estou desejosa para ir até à praia, mas já sei que as temperaturas estão a diminuir. Pois bem, se assim for vou ter de me contentar com uns banhos de piscina com a família, que vão todos rumar a Lisboa para me visitar (super feliz!).

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Ainda só passei um fim-de-semana em Madrid, desde que aqui estou, foi muito pouco turístico e muito mais madrileno. Na sexta-feira, fui jantar a um sítio muito normal perto da minha casa, já bem tarde, porque o Pedro chegou no avião das 22:30. Após o jantar, fomos fazer beber um vinho a uma das ruas que, apesar de ainda não conhecer muitas, é já das minhas favoritas “Calle Ponzano”, ao que parece é a rua com mais restaurantes por metro quadrado e dos que tive oportunidade de ver, tinham todos bom aspeto. Nesse dia fomos ao Contraseña e o espaço é mesmo giro. Seguido de um copo de vinho, fomos fazer algo muito típico em Madrid, que também já começa a ser muito normal em Portugal, beber uns copos a casa de uns amigos de uns amigos, neste caso. Acabei por conhecer algumas pessoas e diverti-me bastante, o que para a minha integração foi muito bom. O que não estava à espera era que as 4:30 da madrugada ainda existissem pessoas a quererem sair, pois é verdade, aqui é normal tudo acontecer bem mais tarde. Não podia dizer que não e lá fomos todos a um club em Goya muito giro (não, não fomos ouvir reggaeton).

 

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Cheguei a casa bem tarde, mas sabia que tinha de aproveitar o dia de sábado e que havia muito para fazer. O almoço foi na mesma rua que falei antes na Calle Ponzano e fomos ao restaurante Muta. A minha amiga que vive aqui já me tinha falado dele, mas foi coincidência ir lá parar. Este restaurante ao que parece mudada o tema e a carta de tempos a tempos, o que me parece um conceito original e engraçado. Com toda a certeza que lá irei mais vezes.

 

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O próximo passo foi assinar o nosso contrato de arrendamento. Já tinha tratado de tudo desde Portugal, mas era necessário oficializar, além disso, fomos fazer o reconhecimento do nosso futuro bairro.

Já em estilo corrida fui ter com uns amigos de trabalho para ir beber umas cañas e relaxar um bocadinho. Como o tempo foi curto estendemos o momento e fomos todos jantar umas tapas a um restaurante que supostamente é conhecido por aqui o Malaspina.

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No domingo tive direito a um almoço de boas vindas em casa da minha amiga e foi ótimo, dado que ela é uma excelente cozinheira e claro que o almoço foi bem regado com um óptimo vinho espanhol. (Agora vou começar a fazer descobertas de bons vinhos por aqui e depois partilho tudo). O resto da tarde foi para descansar, mas antes da partida do Pedro ainda tivemos tempo para ir jantar ao Platea (uma espécie de mercado da ribeira, mas mais pequeno e com ar de plateia de teatro).

 

 

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E hoje, dia de rumar a Portugal, mas precisamente a Lisboa, vão ser 4 dias de fim-de-semana (2ªf é feriado por aqui) muito corridos entre ter de ir à Feira do Livro,  ir beber um copo com uns amigos no Tivoli, jantares de anos, sol, praia, arrumações e estar com a minha família. Mas eu acredito que o tempo somos nós que o fazemos e que é possível esticar bem as 24 horas de cada dia, até porque QUEM CORRE POR GOSTO NÃO CANSA.

 

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 (Tivoli Sky Bar Lisboa_Avenida da Liberdade)

 

 

 

 

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Nas últimas 48 horas que passaram decidi fazer coisas em Lisboa que ainda não tinha feito, e quando digo coisas digo COMER! Decidi ir a sítios novos que nunca tinha ido e que tinha mesmo de conhecer enquanto moradora desta fantástica cidade. Mas ir a estes sítios que vos vou contar não é apenas uma experiência gastronómica mas sim uma experiência para os vários sentidos. 

 

Almoçar na Versailles 

 

Como é que eu ainda não tinha ido aqui?

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Sinceramente, porque nunca me ocorreu e fui na quarta-feira ao almoço porque uma grande amiga minha adora comer lá e claro está, não podia ir embora sem passar por lá. 

Penso que as pessoas têm a ideia de ser um sítio imponente e onde só vão pessoas mais velhas ou a socialite, mas acreditem que não é verdade. Lá dentro estão sentadas todos o tipo de pessoa e parece que entramos num filme antigo. Os empregados são de uma simpatia fantástica e a comida é maravilhosa. E acreditem o preço para almoçar não é nada elevado, conseguem fazer uma óptima refeição por menos de 10 euros. 

 

 

Jantar no Via Graça 

 

Como é que ainda não tinha conhecimento deste sítio? 

 

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Quando chegamos perto do restaurante ficamos deslumbrados com a vista sobre Lisboa: a ponte 25 de Abril, o Castelo de São Jorge, os bairros típicos lisboetas e claro a luz fantástica sobre a cidade ao final do dia e ao anoitecer. 

Só pela vista vale a pena, mas claro está que a comida do restaurante é fenomenal e o espaço é encantador. Estamos a falar de um sítio que não é propriamente barato, mas que assim para uma ocasião especial vale mesmo a pena. 

 

 

Almoçar no Gambrinus 

 

Eu sei porque é que ainda não tinha ido aqui! =) 

 

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Este é aquele restaurante que faz parte da história da cidade, mas que é realmente pouco friendly do comum mortal. Logo à porta temos uma placa que diz LUXO, este seria um bom motivo para não entrar. Mas, uma vez passada essa barreira a realidade é bem diferente. Sim é de luxo, porque os preços são de luxo, os empregados, o espaço e claro os tão ilustres visitantes do lugar. Aqui ouvimos falar de política e outros assuntos mais profundos. Os empregados conhecem os seus clientes e é uma atmosfera algo estranha de nos deixar em momentos desconfortável. Mas, e sim isto tem um truque, a ideia é irem com alguém que conheça, sentarem-se ao balcão e pedirem um prego no pão que, não sendo o melhor que já comi é bastante bom! Para finalizar a tão famosa sobremesa de gelado de praline e chocolate quente. Mas ainda assim a coisa não fica propriamente barata.

 

Jantar no Forno D’oro (sim este já conhecia)

 

Eu sei porque voltei aqui! 

 

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Gosto, gosto tanto, gosto muito! 

Ontem à noite apetecia-me massa e sei onde é que tinha de ir! 

Já vos falei deste sítio aqui e como se consegue respirar Itália e comer bem!

Por isso se vos faltar inspiração durante o fim-de-semana já sabem. 

 

by Bel

 

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Nunca me canso de dizer que sou uma fã incondicional de Itália. Os meses que lá morei, que lá vive sem dúvida que ficarão para sempre marcados na minha memória e vou recordá-los sempre com imensa saudade. Por isso nunca me cansarei de lá ir e todas as viagens por qualquer cidade italiana serão sempre diferentes e especiais. 

 

Para além da cultura, das pessoas, da língua, uma das coisas que mais me marcou foi a comida. Claro que nem só de piza e pasta vive Itália, mas são dois elementos muito famosos da cozinha italiana e eu sou uma devoradora de massa, mas nunca digo que não a uma boa piza. E quando digo boa é uma verdadeira piza italiana de massa fina e crocante com poucos ingredientes de qualidade, sobre uma cama de molho de tomate saboroso. Tudo isto combinado e temos uma verdadeira explosão de sabores.

 

Nos últimos tempos descobri dois novos restaurantes em Lisboa (que já não são propriamente recentes) que sem dúvida que fazem jus à cozinha italiana e que vos recomendo vivamente a experimentar se são adoradores de massa e pizza como eu. 

 

Dois conceitos bastante diferentes, mas o resultado é óptimo nos dois sítios. 

 

Forno d'oro

(Rua Artilharia 1)

 

Um espaço visualmente muito bonito, onde se respira Itália e as pizas são divinais.

 

Mas deixo a descrição perfeita para o Casal Mistério!

 

 

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 La Puttana

(Cais do sodré)

 

 O nome não é algo que nos atraía a entrar, mas o conceito é interessante. Com 3 mesas corridas e um espaço bastante reduzido, o La Puttana tem um forno de lenha enorme e um serviço muito simpático. A ementa não é muito extensa, mas é suficiente. Um sítio para comer sem marcação e fora de horas, a dois ou com amigos, num ambiente muito descontraído. 

 

O que posso destacar é a espessura daquela piza, fina tão fina que quase se desfaz, mas cheia de sabor. 

 

Se passarem pelo Cais do Sodré não deixem de lá ir, se não forem a passeio, vão lá de propósito que não se vão arrepender.

 

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 by Bel 

 

 

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Não sei se seguem o Master Chef Australia como eu que gosto imenso de ver (quase religiosamente). Gosto do formato do programa, dos 3 “apresentadores” que na verdade são excelentes chefs e donos de restaurantes (Gary Mehigan e George Calombaris) e jornalista de comida/crítico de restaurantes (Matt Preston). Gosto dos desafios, das aulas, do espirito que se vive e de como as emoções são levadas ao extremo (eu já chorei imensas vezes). Espero mesmo é que não seja fingido e seja tudo real, mas isso nunca vou saber. 

 

Apesar do programa ir na sua 6ª edição, ainda me surpreende. O episódio 36 da 6ª temporada é uma eliminatória entre 3 cozinheiros, num dos mais prestigiados restaurantes de sushi do mundo, o Nobu. Mas como se não bastasse ser lá, ainda tiverem o prazer de conhecer e aprender a cozinhar com um dos mais prestigiados chefs de sushi, o próprio Nobu. Este chef tem  42 anos de experiência e mais de 30 restaurantes no mundo inteiro. Eu já tive o prazer de comer no Nobu de Nova Iorque e acho que ainda hoje me lembro daquele sabor divinal e dos pratos originais.

 

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Durante os 40 minutos do programa ele ensina a fazer o sashimi, sushi roll e nigiris perfeitos. Se virem o programa e o virem cozinhar até parece fácil fazer sushi, mas quando os 3 concorrentes tentam replicar é o caos completo e é possível ver a complexidade desta arte culinária.

 

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Eu confesso que sou louca por sushi e sempre que tenho aquele desejo, tenho de comer. Além disso gosto de experimentar novos espaços e tipos de sushi diferentes e originais. Mas se nos ficarmos pelo básico e tradicional e for realmente bom e fresco sabe sempre bem!   

 

Em Portugal temos excelentes exemplos de bons restaurantes de sushi e como tal aqui ficam algumas propostas caso não conheçam e deixo também alguns que ainda não conheço mas já sei que tenho de experimentar:

 

  • Sushic, em Almada. Sem dúvida uma dos melhores sushis que conheço e não digo que seja barato, mas o preço paga claramente a qualidade. 
  • Góshò, no Porto. Foi das minhas primeiras experiências de sushi já há uns bons anos e ainda hoje continuo a gostar imenso. 
  • Gull, no Porto. Óptimo e com uma vista excelente. 
  • Sushi café, especialmente Sushi Café Amoreiras ou Sushi Café Avenida, em Lisboa. Óptima relação preço qualidade. 
  • Sushi Design , em Cascais. Ainda não fui, mas só pela localização já vale a pena.
  • Kampai, existe em Lisboa e no Porto. Ainda não fui, mas já sei que estou em falta. 
  • Sakura Picoas, em Lisboa. Ainda não fui, mas já me falaram bem e parece que a relação qualidade preço também é muito boa. 

 

Fico à espera que também me indiquem novos sítios! =) 

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I do not know if you follow Master Chef Australia like me, because i see it almost religiously. I like the format of the program, the 3 "presenters" who actually are excellent chefs and restaurant owners (Gary Mehigan and George Calombaris) and journalist of food / restaurant critic (Matt Preston). I like the challenges, the lessons, the spirit that lives and how emotions are taken to the extreme (I've cried many times). I hope it's all real, but I'll never know.

 

Although the program go in its 6th edition, still surprises me. The episode 36 of season 6 is a tie between three cooks, in one of most prestigious sushi restaurants in the world, Nobu. But as if that was not enough, they still had the pleasure to meet and learn how to cook with one of the most prestigious sushi chefs, Nobu himself. This chef has 42 years of experience and over 30 restaurants worldwide. I've had the pleasure of eating at Nobu in New York and I can still remember that divine taste and original dishes.

 

During the 40 minutes of the program he teaches to do perfect sashimi, sushi roll and nigiris. If you see the program and see him cook, it seems easy to make sushi, but when the three competitors attempt to replicate is the complete chaos and you can see the complexity of cooking.

 

I confess that I am crazy about sushi and whenever I have that desire, I have to eat. I also like to try new places and different types of sushi. But if we stay with the basics and traditional and is really good and fresh it will always tast good!

 

In Portugal we have excellent examples of good sushi restaurants and here are some proposals maybe you should not know and also some options i don't know but I have to try:

 

Sushic in Almada. Undoubtedly one of the best sushi I know and do not say it to be cheap, but the price paid match the quality.

Góshò in Porto. It was one of my first sushi experience a few years ago and today i still really enjoy.

Gull, in Porto. So good and with a great view. 

Sushi café, specially Sushi Café Amoreiras or Sushi Café Avenida, Lisbon. Great value for money.

 

Sushi Design in Cascais. I have not been, but only by the location already worth it.

Kampai, exists in Lisbon and Porto. Not yet been, but I know that I'm missing.

Sakura Picoas in Lisbon. I have not been yet, but have told me well and it seems that the price-quality ratio is also very good.

 

by Bel

 

 

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Ontem foi dia de programa (musical) em família... Fomos mais uma vez à Casa da Música assistir a um concerto, mas desta feita a um concerto diferente: solidário! Todas as receitas deste espetáculo revertiam para a Mama Help, que para quem ainda não conhece, é um centro de apoio a doentes com Cancro da Mama. Por isso, como estamos numa época mais solidária pareceu-nos uma ótima opção.

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O espetáculo foi muito giro e é sempre um prazer para mim assistir a concertos no grande palco da cidade do Porto. Os espaços da Casa da Música são fabulosos e cada recanto merece uma fotografia... Não tive muito tempo para isso (dá para convencer o pai a ficar à espera quando já está na hora de jantar?!), mas consegui duas fotografias (mais ou menos decentes, tendo em consideração que foi a minha irmã de 13 anos a tirar com o telemóvel):

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Usei um vestido preto (o tal do Little Black Dress que nos safa sempre) de malha bem fininha da Mango e para dar um toque de cor juntei um colar com pedras azuis e verdes (prendinha de Natal).

 

Depois do concerto fomos jantar no Clerigos Vinhos & Petiscos. Super bem localizado para uma saída à noite na cidade do Porto, com ótimos petiscos e com um conceito muito engraçado de vinho a copo (sistema de self-service em máquinas enomatic).

Clérigos Vinhos e Petiscos | O PORTO COOL | insid

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Tudo isto tinha de ser bom até porque nasce de uma parceria entre os conceituados restaurantes Shis e Pedro Lemos. Já experimentaram? Eu gostei muito e aconselho!

 

By Kat

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