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Quem já viu o filme? Vejam lá se não tenho razão! 

 

Eu já vi. Gosto imenso de carros, de velocidades, de adrenalina e estes filmes sempre conseguiram compilar muito bem todos esses interesses, com o adicional de 15% das cenas falarem de relações pessoais, da importância da família e de que como se devem manter unidos. 

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O realizador do velocidade furiosa sempre nos presenteou com cenas algo irreais, mas que no conjunto todo do filme até passavam bem, sem que o espectador fosse levado a pensar que seria despropositado. 

 

Mas este último filme é tão exagerado, que em alguns momentos pensei que estivesse a ver o Matrix. Cada cena mais arriscada que a outra e com efeitos especiais que nos faziam suster a respiração. E quando se pensava que o pior já tinha passado, qual quê, mais uma situação de perigo ou mais uma vida em risco. 

 

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Não, o filme não está mau, para quem gosta do género. Carros muito luxuosos, cidades e cenários fabulosos. Mas o grande enfoque na família e nos amigos teve desta vez um destaque especial em memória de Paul Walker. Resultado, muito boa gente saiu de dentro da sala a chorar, incluindo eu.

 

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by Bel

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Chegar a casa depois de uma viagem de 300 km, largar as malas e ir a correr para o cinema. 

Que grande maluca? Porque não ficas em casa a descansar? Não podias ir outro dia? 

 

Poder podia, mas não era a mesma coisa. Ir ao cinema é garantir que estamos pelo menos hora e meia sentados, a comer pipocas, a relaxar a cabeça e caso o filme seja bom, a cultivar o nosso intelecto. 

 

Porém, o último ponto desta vez, claramente que esteve muito aquém de se realizar. Domingo à noite e a sala estava cheia. O elenco do filme era prometedor, Will Smith, Margot Robbie e Rodrigo Santoro. Mas não foi bem assim! Quer dizer o filme não é horrível, mas faltou um bocadinho mais de conteúdo, não sei se me entendem. Ri-me umas quantas vezes, tem umas cenas engraçadas, porque nesse ponto o Will Smith não nos deixa ficar mal. A Margot aparece muito bonita, mesmo muito e a prestação do Rodrigo é quase imperceptível. O que no final muito bem espremido, dá quase nada. 

Considero que seja um bom filme para ver num domingo à tarde, mas em casa. 

 

Pelo menos estive bem sentada, comi pipocas e relaxei!

 

O filme vale a pena por isto:

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 by Bel

 

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Fui ontem, finalmente, ver as 50 Sombras de Grey! Eu sei que o filme não estreou nem há uma semana, mas já não podia ouvir falar mais do filme: mil opiniões diferentes e contraditórias, outros tantos suspiros por causa do Mr. Grey, acusações de violência doméstica e até à afirmação do espaço feminino em territórios masculinos...

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Portanto, tinha de ver, não para constatar se os móveis eram mesmo de Paços de Ferreira (ainda contava ver nos créditos uma referência de tanto que se falou nisso), mas para ter a minha opinião!

 

Não fui de “olhos vendados” ver este filme, atraída pela fantástica campanha de marketing, porque já conhecia perfeitamente a história e, por isso, estou à vontade para dizer que achei uma reprodução bem classy do livro!

 

Portanto pessoas pudicas que anunciaram nos telejornais (e atraíram ainda mais pessoas ao cinema) que este filme era quase um escândalo mundial, se tivessem lido os livros estariam completamente mortificadas de tanta depravação...

 

Claro que nem tudo são maravilhas e convenhamos que não é um filme com grande enredo. Na verdade, 95% do filme temos apenas duas personagens, um sem número de close ups, muitas mordidas nos lábios e muitas frases feitas (o que me ri durante o filme com as falas do tal do Mr. Grey). Ah e claro, o filme tem muitas cenas de respiração, suspiros e gemidinhos, mas durante o filme consegue-se ultrapassar isso...

 

Em termos de balanço geral gostei, mas também porque ia com as expectativas bem lá no fundo. Achei que contaram a parte gira da história, com as cenas de sexo necessárias para manter o filme fiel ao livro, acho que a escolha dos atores foi acertada (sei que a maioria das pessoas só fala nele, no Mr. Grey, mas para mim foi Dakota Johnson que teve em grande) e, por isso, o meu conselho é vale sempre a pena ver...

 

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Yesterday I finally went to see the 50 Shades of Grey! I know that the premiere was less than a week ago, but I could no longer hear more of the film: a thousand different and contradictory opinions, so many sighs because of Mr. Grey, charges of domestic violence and the feminism statement on male territories ...

 

So I had to see, to have my opinion!

 

I wasn’t "blindfolded" to see the movie or attracted by the fantastic marketing campaign, because I perfectly knew the story. So I’m free to say that I found a very classy reproduction of the book!

 

So, prudish people who announced on the evening news (and still attracted more people to the theaters) that this film was almost a global scandal, if they had read the books, they would be completely mortified with so much depravity ...

 

Of course, the film is not perfect and we have to admit that it is not a movie with great plot. In fact, 95% of the movie have only two characters, a number of close ups, many bites on the lips and many clichés (which I laughed during the film with the Mr. Grey lines). Oh and of course, the film has many breathing scenes, sighs and groans, but you get used to that during the film...

 

In general I liked it, but also because it went with my expectations deep down. I thought they told the cute part of the story, with the sex scenes needed to keep the film faithful to the book and the choice of actors was perfect (I know most people only speak about him, Mr. Grey, but for me Dakota Johnson was the best), so my advice that is always worth seeing...

 

 

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by Kat

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"Não deve haver limites para o empenho humano. Por pior que a vida possa parecer, enquanto houver vida, haverá esperança."

 

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Esta frase resume bem o conteúdo deste filme. Normalmente, usamos uma frase sonante para terminar um texto, uma ideia, mas desta vez o melhor fica para o início. 

 

É um filme de descobertas, de marcos históricos e de algum conteúdo científico, mas acima de tudo é um filme que nos mostra como a força do amor e a força da vontade podem ajudar a ultrapassar as situações mais difíceis. 

 

Baseada numa história real, sobre Stephen Hawking, um dos mais importantes astrofísicos de todos os tempos, que tem hoje 73 anos, o filme conta a história da sua vida desde o momento que conheceu o seu grande amor, Jane Wilde (papel interpretado pela atriz Felicity Jones, também nomeada para os Óscares da Academia) até aos dias de hoje.

 

É difícil não contar o filme, porque é uma história muito atual e bastante conhecida, mas ainda que uma pessoa leia sobre o assunto, ver a sua história e todos os momentos pelos quais passou, relacionados com o evoluir da sua doença, é desconcertante.

Uns meses após conhecer Jane é diagnosticado a Stephen uma doença esclerose lateral amiotrófica, uma doença incurável e degenerativa que leva à perda permanente de movimento muscular e a informação que recebe é que a sua esperança vida é de 2 anos. Jane não aceita a ideia e decide contrariar todas as expectativas. Contudo, decidem aproveitar cada momento, casam e têm logo cedo um filho.

 

Stephen cada vez mais debilitado não desiste de viver, dado que a sua capacidade cerebral funciona em pleno e continua a trabalhar na Universidade. Os anos passam e conseguem superar várias barreiras e têm mais dois filhos. O resto deixo para que vocês descubram sozinhos, porque o filme passa por vários momentos marcantes na vida de cada personagem.

 

Durante o filme derramei muitas lágrimas, dei muitas gargalhadas, revoltei-me e segurei-me ao braço da cadeira. É um filme de emoções e onde temos realmente muito para aprender e agradecer por todas as coisas boas que a vida nos dá e às quais devemos dar valor.

 

Num próximo post falo-vos da prestação deste ator, que para mim foi brilhante e ao qual entregava a estatueta dourada.

 

Um filme a não perder!

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“There should be no limits to human effort. However life seem bad, while there is life, there is hope."

This phrase sums up the content of this movie. Normally, we use a sounding phrase to finish a text, an idea, but this time the best comes to the top.

 

It is a movie of discoveries, landmarks and some scientific content, but above all is a film that shows us how the power of love and the strength of will can help to overcome the most difficult situations.

 

Based on a true story, about Stephen Hawking, one of the most important astrophysical of all time, who is now 73, the film tells the story of his life from the moment he met his great love, Jane Wilde (role played by actress Felicity Jones, also nominated for the Academy Awards) until the present day.

It's hard not to give spoils about the movie, because it is a very timely and a well-known story, but still, if a person read about it, or see his history and all the moments that he passed through, related to the evolution of their disease, is surprising.

A few months after meeting Jane, he was diagnosed with a lateral sclerosis amyotrophic disease, an incurable degenerative disease that causes loss of muscle movement and the information that he received was that their life expectancy it would be 2 years. Jane didn’t not accept the idea and decides to go against all expectations. However, they decided to enjoy every moment, married and had the first child.

 

Stephen increasingly weakened not give up living, as their brain power works in full, he continues to work at the University. Years pass and they can overcome various barriers and have two children. The rest I leave to you to discover alone, because the film goes through several important moments in the life of each character.

 

During the movie, I cry many tears, laugh a lot and I also get angry and frustrated. It is a movie of emotions and acknowledge that we have really a lot to learn and to be thankful for all the good things that life gives us and to which we must give value.

 

In the next post I speak to you of the role of this actor, which for me was brilliant and which should give him the golden statuette.

 

A movie not to be missed!

 

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by Bel

 

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Não acredito que quem goste de cinema esteja indeciso quanto a ir ver este filme. Mas se por acaso estão, não hesitem. É mesmo muito bom. A história, a realização, a produção, os atores, os cenários, a banda sonora, não tenho nada de menos bom a apontar. 

 

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Não vos vou dar nenhum spolier claro, mas posso vos dizer que a realização de Christopher Nolan está excelente. Não sabia muito bem o que esperar do filme. Viagens no espaço, outras galáxias e mundos desconhecidos são temas do filme, mas o tema central é a preocupação na salvação da humanidade. Uma equipa de exploradores que parte numa expedição à procura de um novo mundo para vivermos.

 

É verdade que é um filme muito científico e que envolve palavrões de física quântica e temas complicados de entender, mas que no final da história vão fazer todo o sentido. 

 

Um filme empolgante, que nos prende à cadeira, que nos dá vontade de ver mais (apesar de o filme ter quase 3 hora) e com vários atores fantásticos, nomeadamente  Matthew McConaughey, Anne Hathaway, Michael Caine, Jessica Chastain, Matt Damon, entre outros.

 

Gostava de ter tido a oportunidade de ver o filme em IMAX, mas a aderência ao filme neste formato foi muito grande e quando fui já não haviam lugares decentes na sala, pelo que optei pela versão 2D.

 

Se as minhas palavras não vos deixaram curiosos, leiam as críticas do filme e com toda a certeza vão reservar o vosso lugar numa sala de cinema.

 

 

Um verso repetido várias vezes durante o filme,

 “Não entres docilmente nessa noite serena,/ porque a velhice deveria arder e delirar no termo do dia,/ odeia, odeia a luz que começa a morrer.” Dylan Thomas

 

Já viram o filme? O que acharam? 

by Bel

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