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A saga de casamentos ainda nem começou e acreditam que já nem sei a quantas ando?

 

Já não sei se confirmei todos os convites, não pensei ainda no que vou vestir, nem nas logísticas de onde vou ficar ou como lá chegar. 

 

É giro quando os amigos se começam a casar, mas quando são muitos ao mesmo tempo é o PÂNIIICCCOOOO! 

 

Para começar é logo um rombo no orçamento, pois é meus queridos amigos que estão a ler isto, não é que seja forreta, mas uma coisa é um ou dois acontecimentos por ano, outra é uma mão cheia deles. Gosto muito de todos vocês, mas não há milagres não é? Mas sendo uma questão, não possível de questionar, apesar de ser necessário executar algumas manobras financeiras, vamos a outro ponto importante. 

 

O que vestir?

 

Vai estar frio ou calor? A que horas é o casamento? Vestido curto ou comprido? Posso levar o mesmo vestido duas vezes ou os convidados serão comuns em alguns casamentos? Tenho sapatos? Posso pedir alguma coisa emprestada a uma das minhas irmãs? Onde comprar algo giro e usável em outras ocasiões? 

 

E assim está o caos instalado na minha cabecinha. 

 

Como é que vocês lidam com estas situações? Contem-me tudo e ajudem-me!!! 

 

by Bel

 

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Há uns tempos atrás estava a ler um texto da Just_smiiile, sobre o deixar para trás este país fantástico e emigrar como nos mandam os nossos governantes políticos. Na altura, deixei-lhe um comentário, onde disse que pela primeira vez estava mesmo a pensar nisso e mesmo que não seja o que mais queremos, às vezes é mesmo a melhor opção, pelas mais diversas razões. Porque não temos emprego, porque não trabalhamos naquilo para o qual estudámos, porque não fazemos o que mais gostamos, dado não existirem oportunidades em Portugal ou simplesmente porque nos vemos a estagnar e queremos alcançar outros objectivos, que apesar da enormidade do nosso país em tantas coisas, a nível de mercado de trabalho e progressões de carreira nem sempre apresenta as condições ideais. 

 

Esta última hipótese foi a que me deixou a pensar. O que é que quero para mim? Até onde é que quero chegar? É possível fazê-lo onde estou? Quantos anos vou demorar? Não pensem que é apenas uma questão de ambição, que não é, apesar que defendo que todos devemos ter um pouco de ambição para podermos seguir em frente com os nossos sonhos ou com as metas que definimos para nós. É mais uma questão de estar constantemente a desafiar-me e tentar que a rotina e o conforto, do que é conhecido e expectável, não se apoderem de mim. 

 

Na minha lista de objectivos definidos para a minha vida tenho uma linha que implica viver lá fora e outra muito semelhante que tem escrito “Trabalhar no estrangeiro”. Engraçado é que quando fiz isto ainda estava a estudar e não sabia mesmo o que é que o futuro me reservava. A verdade é que uma das linhas já tem o seu “check”, dado que vivi 8 meses em Itália e a outra não tinha previsão de a concretizar, mas confesso que nos últimos meses andava a pensar muito nela, até que…

 

Dizem que quando desejamos uma coisa com muita força e em especial com o coração que as coisas acontecem. Pois bem a oportunidade entrou-me pela porta da frente, eu abracei-a e não a larguei mais, apesar de com alguma ansiedade e com muito medo. Sim MEDO, é o sentimento que domina acima de tudo o resto. Se não tivermos medo é porque não temos nada a perder, é porque quase que somos loucos em não questionar o que deixamos para trás ou imaginar o que teremos pela frente.

 

Mudar de vida, mudar de país seja porque motivo for é sempre um misto de sensações que andam em loop na nossa cabeça : alegria, felicidade, saudade, angustia, receios, novidades, descobertas, sorrisos e lágrimas. 

 

O melhor e o pior momento é dizer o SIM final. É uma sensação de alívio, mas uma sensação de compromisso e responsabilidade. 

 

Esta mudança está mesmo para breve, mas quando tudo estiver mais alinhado conto-vos tudo! 

 

Alguém já passou por algo semelhante? 

 

by Bel

 

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Quando começamos a reparar que as pequenas coisas da vida são as que nos fazem feliz é porque talvez andamos a perder o nosso precioso tempo com grandes feitos que não nos deixam nem próximos da felicidade.

 

No outro dia entre conversas com colegas perguntei-lhes “ É só para mim que o tempo tem passado a correr ou vocês também têm sentido? É que eu sempre soube aproveitar bem o meu tempo!”.

 

Eu sei que não posso controlar o tempo, mas sempre consegui “controlar o meu tempo” à minha maneira, claro. Mas mesmo na minha maneira meio que desorganizada de organizar o meu tempo, sinto que sempre tive tempo para tudo, mesmo que uns dias dormisse mais que outros. Mas nem isso me cansava.

 

Hoje em dia o tempo tem passado a correr, provavelmente porque trabalho mais uma hora ou duas que o normal, ainda quero ir ao ginásio, fazer o jantar e aproveitar o meu sofá, ou combinar uns cafés, ir ao cinema, ao shopping ou ao supermercado. Mas também quero ter energia para brincar com os meus gatinhos e conseguir ter a casa minimamente organizada. E não consigo.  O que é que mudou? Não pode ser por mais uma hora ou duas? As horas estão mais curtas? Os segundos passam mais rápido?

 

Quando vejo que a vida me está a passar ao lado em certos coisas às quais dou realmente valor, ponho logo um travão. Como não posso por um travão nos ponteiros do relógio, ponho um travão nas coisas que me estão a consumir tempo em vão, porque o que preciso é tempo para viver.

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“Times is  really the only capital that any human being has, and the only thing he can´t afford to lose”

Thomas Edison

by Bel

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