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Por belas terras lusitanas ainda deve estar tudo a dormir bem tranquilo, neste dia de feriado de Portugal! O único motivo que poderiam ter para se levantarem é se tiverem MESMO de trabalhar ou se estiver um tempo fenomenal para ir para a praia ou claro para celebrar o dia de Portugal e de Camões. Por aqui chove e para além disso tenho de estar no trabalho.
Faz hoje um ano, sei que de certo estaria a dormir.Como gosto imenso dos santos populares, lá fui eu, mas têm de ser festejados à minha maneira, ou seja, gosto de estar com amigos, jantar num sítio com festa e música animada, mas sem ter de estar no meio da confusão e por isso normalmente no dia 12 é muito raro estar no centro de alfama onde tudo se passa.
Normalmente, e agora que o Facebook permite confirmar, nos últimos anos, exceto último, fui sempre viajar durante esta semana, que penso ser das melhores alturas para viajar, em termos de preços, de bom tempo nos locais de destino e para evitar o stress que as épocas festivas causam (ahahahhahah, mas é verdade, não é?)
Mas verdade seja dita, gostei bastante dos santos o ano passado, inclusive porque a minha família foi passar uns dias a Lisboa, o que torna tudo ainda mais divertido.
Espero mesmo que quem andou por lá se tenha divertido imenso, não tenha levado empurrões, nem esperado em filas infinitas para uma cerveja, uma sardinha ou outro tipo de coisas, que tenha dançado até doer os pés e tenha chegado vivo e inteiro a casa, com todos os seus pertences.
Desejo que sexta-feira dia 12 de Junho, também eu, possa ir festejar os santos populares lisboetas, dado que vou até Portugal. Confesso que não é o dia ideal para se sair à rua, mas a vida e a vontade assim o obrigam.
O ano passado foi assim que começou o dia 10 de Junho! Já vou pensar no modelito para a noite de sexta-feira, apesar das temperaturas baixas que se vão fazer sentir (nada que um bom casaco não resolva).
by Bel
Este fim de semana deu para fazer um pouco de tudo: praia, jantares, passeios com o cão, ginásio (fui 2 vezes) e ainda deu para brincar aos turistas!
Acho perfeitamente válido para todos os lisboetas estas brincadeiras, mas mais ainda para os que estão cá há pouco tempo.
Eu vivo em Lisboa há 4 anos e ainda existem vários sítios que quero visitar. Este fim de semana, por exemplo, subi até ao Castelo de São Jorge!


Para quem é residente, já sabem que não pagam entrada, por isso podem repetir o melhor miradouro da cidade as vezes que quiserem (basta levar uma carta, um contrato de arrendamento ou vosso Cartão de Cidadão). Mas para os que estão apenas de visita, também, aconselho, mas aí terão de pagar bilhete.
Não acho que a visita valha a pena pelo monumento em si, porque infelizmente resume-se a umas volta pelas muralhas, não havendo quase indicações para os turistas ou informação histórica escrita para que se possa aprender algo durante a visita. O grande atrativo está na verdade na vista completamente fantástica sobre a cidade e sobre o Tejo.


Escolhi bem a hora a que subi ao Castelo, pois devia estar tudo concentrado na final da taça, então estava super pacifico e deu para aproveitar muito bem todos os espaços e a vista. Por tudo isto, adorei o meu final de tarde e conto visitar muito mais vezes, provavelmente com um livro, para me sentar relaxadamente no topo de Lisboa!!!

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This weekend I had time to do a lot of things: beach, dinners, walks with the dog, gym (went 2 times) and still had time to play tourists!
I live in Lisbon for about 4 years and there are still many places I want to visit. This weekend, for example, went up to “Castelo de São Jorge”!
For Lisbon residents, the entrance is free, so we can repeat the best viewpoint of the city as often as we want (just take a letter, a lease or your Citizen Card). For those who are just visiting, I also advise. Not because of the monument itself but because of the fantastic view of the city and the Tagus river.
I went up to the castle at the end of the afternoon, so it was super peaceful and I could enjoy the space and the views. For all this, I loved my sunday and I will repeat my visit more often, probably with a book, to sit relaxed on top of Lisbon !!!
By Kat
O fim-de-semana já está mesmo aí e dentro de poucas horas estou de partida para Lisboa. Estou desejosa para ir até à praia, mas já sei que as temperaturas estão a diminuir. Pois bem, se assim for vou ter de me contentar com uns banhos de piscina com a família, que vão todos rumar a Lisboa para me visitar (super feliz!).
Ainda só passei um fim-de-semana em Madrid, desde que aqui estou, foi muito pouco turístico e muito mais madrileno. Na sexta-feira, fui jantar a um sítio muito normal perto da minha casa, já bem tarde, porque o Pedro chegou no avião das 22:30. Após o jantar, fomos fazer beber um vinho a uma das ruas que, apesar de ainda não conhecer muitas, é já das minhas favoritas “Calle Ponzano”, ao que parece é a rua com mais restaurantes por metro quadrado e dos que tive oportunidade de ver, tinham todos bom aspeto. Nesse dia fomos ao Contraseña e o espaço é mesmo giro. Seguido de um copo de vinho, fomos fazer algo muito típico em Madrid, que também já começa a ser muito normal em Portugal, beber uns copos a casa de uns amigos de uns amigos, neste caso. Acabei por conhecer algumas pessoas e diverti-me bastante, o que para a minha integração foi muito bom. O que não estava à espera era que as 4:30 da madrugada ainda existissem pessoas a quererem sair, pois é verdade, aqui é normal tudo acontecer bem mais tarde. Não podia dizer que não e lá fomos todos a um club em Goya muito giro (não, não fomos ouvir reggaeton).
Cheguei a casa bem tarde, mas sabia que tinha de aproveitar o dia de sábado e que havia muito para fazer. O almoço foi na mesma rua que falei antes na Calle Ponzano e fomos ao restaurante Muta. A minha amiga que vive aqui já me tinha falado dele, mas foi coincidência ir lá parar. Este restaurante ao que parece mudada o tema e a carta de tempos a tempos, o que me parece um conceito original e engraçado. Com toda a certeza que lá irei mais vezes.
O próximo passo foi assinar o nosso contrato de arrendamento. Já tinha tratado de tudo desde Portugal, mas era necessário oficializar, além disso, fomos fazer o reconhecimento do nosso futuro bairro.
Já em estilo corrida fui ter com uns amigos de trabalho para ir beber umas cañas e relaxar um bocadinho. Como o tempo foi curto estendemos o momento e fomos todos jantar umas tapas a um restaurante que supostamente é conhecido por aqui o Malaspina.
No domingo tive direito a um almoço de boas vindas em casa da minha amiga e foi ótimo, dado que ela é uma excelente cozinheira e claro que o almoço foi bem regado com um óptimo vinho espanhol. (Agora vou começar a fazer descobertas de bons vinhos por aqui e depois partilho tudo). O resto da tarde foi para descansar, mas antes da partida do Pedro ainda tivemos tempo para ir jantar ao Platea (uma espécie de mercado da ribeira, mas mais pequeno e com ar de plateia de teatro).
E hoje, dia de rumar a Portugal, mas precisamente a Lisboa, vão ser 4 dias de fim-de-semana (2ªf é feriado por aqui) muito corridos entre ter de ir à Feira do Livro, ir beber um copo com uns amigos no Tivoli, jantares de anos, sol, praia, arrumações e estar com a minha família. Mas eu acredito que o tempo somos nós que o fazemos e que é possível esticar bem as 24 horas de cada dia, até porque QUEM CORRE POR GOSTO NÃO CANSA.
(Tivoli Sky Bar Lisboa_Avenida da Liberdade)

Este domingo, como o tempo estava mais um vez óptimo, decidi “fugir” da praia... Pensava eu que toda a gente ia para a praia, mas na verdade acho que foram todos para Belém (faz tempo que não via tanta gente em Belém).
Afinal não fui a única a tentar fazer um domingo cultural, foram imensos os lisboetas que trocaram as praias pelos museus!!!
O mais concorrido foi, sem dúvida, o novo Museu dos Coches, com uma fila gigante a dar a volta ao edifício. Multidões à espera pacientemente para ver os coches no seu novo espaço... Já visitei o velhinho museu e tenho alguma curiosidade para ver o novo, mas não a suficiente para esperar naquela fila.
Logo do outro lado da rua, tínhamos o último dia do World Press Photo no Museu da Eletricidade. Fazia parte do meu roteiro, mas até aí havia uma fila grande, bem mais pequena que a dos coches, mas com a agravante de ser toda ao sol.
Como tenho muito pouca paciência para filas e grandes esperas, optei por visitar a nova exposição no Museu Berardo.
Fui com a Bel há uns dois ou três anos ver a coleção Berardo e agora voltei para ver o maior Chagall do mundo... A pintura é impressionante, com um tamanho tão grande que nem o CCB tem parede suficiente para o expor.

O espaço é muito giro, se ainda não foram acho mesmo que vale a pena, não tem filas intermináveis e é gratuito. Vale uma visita à seria, mas também vale tomar um copo (ou almoçar) na esplanada do Este Oeste e antes/depois dar uma voltinha nos jardins ou numa das exposições.


Fica assim aqui a dica para o próximo fim de semana!


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By Kat
Para os que nos seguem, a mudança da Bel para Madrid não é novidade. A partir de agora passamos a ser um blog ibérico! Eu continuo por cá, mas vamos passar a ter muitas fotografias e dicas da capital espanhola. Já estou a fazer promessas com a vida alheia, mas acho que ela vai querer partilhar um bocadinho de toda essa experiência.
Mas no meio de tudo isto, para os que ficam, Lisboa ficou mais pobre, pelo menos para mim! Quando aqui cheguei há quase 4 anos, a Isabel já cá estava e por isso foi muito fácil adaptar-me a Lisboa e sempre me senti em casa (mesmo estando a 300km da minha verdadeira casa). Tudo fica mais fácil quando temos alguém que já conhecemos, especialmente quando esse alguém é uma pessoa tão próxima, então não existe aquela sensação de estarmos sozinhos. Ainda para mais se essa pessoa for com a Isabel: sempre pronta para sair, animada, divertida e amiga.
Com quem posso eu combinar um jantar, às 22h, quando não me apetece cozinhar?! Quem nos vai trazer as novidades dos sítios mais trendy de Lisboa?! Ou com quem vou eu tirar fotos e fazer palhaçadas?! Quem vai organizar os jantares de Halloween?! Com quem podemos contar para a passagem de ano ou simplesmente para comer castanhas no São Martinho?! Sinceramente não sei, mas digam-me se não hei de eu achar que Lisboa ficou mais pobre?!
Somos amigas há praticamente 10 anos, neste espaço de tempo houve, se não me engano, apenas um ano em que não vivemos na mesma cidade, por isso eu sei que vou sentir falta, mas não posso deixar de estar feliz por ela e por esta aventura! O que nos vale é que eu sei que ela vem visitar Lisboa de vez em quando e que terá sempre um minutinho que seja para estar junto de todos os amigos que por cá ficam.
Muitos beijinhos e boa sorte!!!
by Kat