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Este fim-de-semana a Kat e eu fomos tomar um belo brunch. Para quem nos segue no instagram não é novidade.

 

Desta vez optámos por algo bem diferente. Eu tinha ouvido falar no fim-de-semana passado sobre o incrível brunch no Palacete Chafariz d'EL Rei e não podia deixar de lá ir. Como não aguentei a curiosidade, desafiei a Kat e lá fomos os quatro. 

 

Antes demais digo-vos que não é fácil encontrar o sítio. O melhor é mesmo ficarem o contacto deles caso não consigam chegar, porque todas as pessoas do serviço são muito prestáveis e simpáticas. O palacete por fora parece estar um pouco degradado, mas talvez seja essa a ideia, manter a fachada original, porque por dentro é simplesmente fantástico. O local é ao mesmo tempo um hotel, uma casa de chá e ao fim-de-semana serve este brunch fantástico entre as 11h e as 19h . 

 

Existe um menu já definido, como vão puder ver nas imagens, e depois existem alguns extras para optarem. Posso-vos dizer que estava tudo óptimo e que vão sair de lá muito satisfeitos. O preço por pessoa são 18€ mas se forem a 2 fica 26€, bastante razoável para a qualidade e quantidade de comida. Mas palavras para quê, ficam aqui algumas fotos, que acho que vos vão fazer passar por lá. 

 

 

 

 

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Sentem-se tentados? 

 

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by Bel

 

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Para quem gosta de conhecer culturas diferentes e cidades loucas e caóticas, Banguecoque (BKK) é paragem obrigatória quando se viaja para a Tailândia. Podemos dizer que 4 dias são suficientes, mas sinceramente se ficarem mais tempo não vos vão faltar coisas para fazer. 

 

Saímos da tranquilidade das Phi Phi e de Krabi e chegámos ao caos de BKK. Chegámos ao aeroporto de noite e as nossas indicações seriam para apanhar o metro para o hotel, porém não nos estavamos a entender com as linhas e decidimos apanhar um taxi. Mesmo com um mapa e o nome do hotel em várias linguas ninguém nos queria levar (basicamente ninguém falava inglês). Voltámos ao aeroporto, fomos para a fila e acreditem que até ali, em qualquer lado e a qualquer hora, os taxistas vão vos tentar enganar. Mas mais tarde viemos a descobrir que nos hóteis eles têm um sistema ótimo de registar os taxis que vão e que chegam, para situações de reclamações ou de raptos quem sabe (medo). 

 

Em que hotel ficámos?

Escolhemos um hotel minimamente central e com bom aspecto. A oferta é muita, por isso não é uma tarefa dificil. O nosso hotel era o Centara Watergate Pavillion Hotel Bangkok e gostamos bastante. O espaço era muito giro, os quartos eram óptimos, o pequeno-almoço muito bom e completo e até desfrutámos de uma massagem no spa. (Ainda não vos contámos das nossas aventuras nas massagens tailandesas, mas acreditem nunca me bateram tanto e eu já fiz vários tipos de massagens!).

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O que levámos no nosso guia para fazer em BKK? E fizemos! 

- Jantar no restaurante do hotel que tinha um rooftop muito giro, com uma boa paisagem. 

 

- Ir à famosa Lebua Tower ao Sirocco Sky Bar - simplesmente fantástico, um dos bares mais giros onde já estive.

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- Visitar templos e palácios - Wat Arun, Wat Phra Kaew ( Buda Esmeralda), WAT PHO (Buda Reclinado), Wat Suthat (Giant Swing) Wat Sukhothai Traimit (Buda Dourado) - gostámos imenso dos palácios, das cores, das estátuas, das construções, das orações que ecoavam pelos templos, os budistas a rezar e a fazerm a sua vida normal, como se nem estivessemos ali. Porém não vimos todos os templos, porque eram precisos dias destinados só a isso e horas de descanso daquele calor abrasador. O melhor foi mesmo no Grand Palace, que contratámos uma guia louca e super rápida, o que foi ótimo porque vimos imensas coisas, sem apanhar muito calor e ainda tivemos uma fotógrafa!

 

 

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- Fazer um passeio de barco pelo canal - não sei que vos diga desta experiência, mas acho que fomos enganados, não foi nada de especial. Vale para ver um float market, casas estranhas e as entranhas da cidade. 

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- Sair em Kho San Road, a famosa rua caótica que aparece no filme da Ressaca. É quase tão louca como o filme retrata, bares atrás de bares, restaurantes, casas de massagens duvidosas, vendedores de espetadas de insetos, roupa ao preço da chuva, lojas de tatuagens, de comida, agências de viagens, bares de strip... Basicamente a vida noturna para os jovens acontece sobretudo aqui. A Kat ainda se aventurou numa massagem, mas eu não fui tão corajosa. Já agora se passarem por lá existe uma lista de dez coisas que devem fazer em Kho San Road : 

1. Beber (check)| 2. Manter-te acordado (cansaditos, mas acordados, afinal só se vive uma vez!)| 3. Olhar a multidão (check, só coisas estranhas que se vêm ali!)| 4. Comprar arte ( roupa com elefantes conta?)| 5. Compras (Tottaly check)| 6.Get a tattoo (Not yet)| 7. Comer Pad Thai (Check, já vos tinha falado deste prato tipico, que também comemos em Singapura)| 8. Apanhar um tuk-tuk (please no, quase que fomos literalmente raptados, mas não vamos falar dessa parte)| 9. Cantar (Só ouvimos)| 10. Conhecer novos amigos (portugueses sempre em todo o lado, impossivel não falar). 

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- Ir ao maior mercado da Tailândia Chatuchak weekend market - é a loucura. Aqui vende-se de tudo o que possam imaginar, é o IKEA, o Colombo, a Media Market, e o Jardim Zoológico num só sitio. São precisos dias para ver aquilo tudo, nós fomos lá umas horas. 

 

-  Ir a Chinatown - este seria talvez o sitio que cortariamos do nosso percurso. Não tem nada de especial e basicamente não gostam de estrangeiros.

 

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- Ir ao restaurante Nham um dos melhores restaurantes asiáticos. 

 

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- Ir ao Vertigo & Moon Bar, mais um rooftop com uma vista fantástica, mas não vai muito para além disso. 

 

- Fazer uma massagem - têm de fazer, mesmo que seja dura, ao fim de um dia de caminhada sabe muito bem. 

 

- Fazer um tour fora da cidade - Nós fomos visitar um santuário de tigres e fomos andar de elefante, mas fica para o próximo post sobre a nossa viagem, mas como imaginam adoramos. 

 

É um grande post, eu sei, e acreditem que está bem abreviado. Por isso se por acaso algum dia quiserem sugestões ou mais tópicos para além dos que relatamos aqui não hesitem em enviar-nos um email para wine-n-lipstick@sapo.pt ou contactem nos através do facebook KatBelFB.PNG

 

fotos e post by KatBel

 

 

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E como o prometido é devido aqui fica a continuação da nossa estadia pelas fantásticas ilhas Phi Phi.

 

Como já vos tinha contado, no final do 1º dia fomos procurar capitão e um barco para nos levar a passear um dia inteiro, por sítios à nossa escolha. Na fase de preparação da viagem já tínhamos alguns sítios em mente e chegámos a um acordo com o senhor da loja de aluguer de barcos, quanto ao preço e tempo que iriamos usufruir. Uma ideia a reter: tudo se negoceia até ao último tostão.

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Quando chegámos ao barco, percebemos que o “capitão” era simpático e sorridente, mas não falava inglês e pensámos “isto não vai correr bem”. Entrámos e dissemos qual o nosso primeiro destino, Maya Bay. Neste local foi filmado o filme A Praia com o Leonardo DiCaprio e sempre ouvi maravilhas do sítio. É realmente paradisíaco e lindíssimo, pena ser tão comercial e ter tanta gente a querer visitar. Por acaso tivemos sorte com o dia, mas normalmente está cheio de pessoas. Ficámos umas horas a desfrutar o sitio e combinámos uma hora com o “capitão” para nos levar à próxima paragem.

 

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A próxima paragem foi decidia pelo “capitão”, a Blue Lagoon, não tínhamos ouvido falar, mas não dissemos que não, claro. E ainda bem. Água cristalina, uma lagoa rodeada de rochedos cobertos de um manto verde de plantas, o sítio parecia ter saído de um filme. Logo de seguida passamos por uma caverna, onde realmente vivem pessoas. Sim, a paisagem é bonita, mas n vivia ali dentro das rochas, MEDOOO!

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A paragem seguinte foi escolha nossa, Monkey Beach, mas se ao principio estávamos super entusiasmados, no final já só queríamos sair dali. Imaginem uma praia pequena, onde só moram macacos e onde eles controlam literalmente quem põe os pés no território deles, para além de quererem roubar tudo o que as pessoas tenham de comida nos barcos e caso não lhe queiramos dar tornam-se agressivos. Eu cá não quis muitas macacadas com eles. Já o nosso “capitão” parecia falar a mesma língua que eles, foi muito estranho.

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O almoço foi no centro da ilha, uma zona mais comercial e muito carismática, com imensas lojinhas, restaurantes. Onde as pessoas são muito simpáticas e claro (tal como em todo o lado na ilha) quando entramos em algum sítio, temos de deixar os sapatos à porta.

 

Da parte da tarde fomos até Bamboo Island e Mosquito Island. Na primeira apenas descasámos um bocadinho, na segunda fomos fazer um snorkeling (tal como já tínhamos feito de manhã na Blue Lagoon). São dois sítios bonitos, mas não tão fabulosos como os anteriores.

 

Regressámos ao nosso paraíso privado, agradecemos da maneira que conseguimos ao nosso “capitão” e fomos jantar ao restaurante tailandês do resort, onde podemos dizer que a comida era bastante boa, já a sobremesa assemelhava-se bastante a barras de sabão.

 

No último dia foi um dolce fare niente e um jantarzinho fantástico, com uma carne e um peixe divinal, acompanhado de uma tempestade tropical no meio do mar, sem dúvida um cenário indescritível e um jantar memorável.

 

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 O destino seguinte foi claramente de loucos. O oposto a esta paz e tranquilidade. 

 by Katbel

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Segue mais um post sobre a nossa aventura asiática.

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O nosso primeiro destino na Tailândia foi Krabi Town. O aeroporto era uma coisa pequenina de se ver e a nossa primeira prioridade era levantar dinheiro, dado que a SGD (Singapura dólar) já não era a moeda local, mas sim o THB. O próximo passo foi arranjar um táxi para nos levar ao hotel, como eramos 4 com malas grandes, normalmente calhava-nos sempre uma van, que é sempre mais confortável. O hotel que escolhemos Red Ginger Hotel ficava a uns bons 30 minutos de carro (600THB, aprox 20 euros)

Uma história engraçada deste percurso, que para mim não teve muita graça na altura, foi saber que ainda existem pessoas boas no mundo. No caminho para o hotel o motorista deu-nos o número dele caso precisamos de mais alguma boleia. Quando cheguei ao hotel descarregámos as malas, o senhor foi a vida dele e eu tranquilamente fui buscar o meu ipad, onde tinha o número da nossa reserva. Mas onde é que estava o ipad? Tinha-o deixado no táxi. Passei-me a Kat e os rapazes dizem que até hiperventilei. Como por sorte do destino tinha o número do senhor, liguei-lhe e ele veio devolver-me o que tinha deixado no táxi, o meu precioso ipad. Que cabeça a minha…

Como escolhemos o hotel?

Como íamos ficar só duas noites em Krabi, optámos por um hotel mais em conta, o que na zona de Krabi Town não é difícil. Conseguem-se hotéis consideráveis a bom preço. Porém este hotel também era um ponto de descanso, dado que o nosso objetivo não era andar a correr de um lado para o outro. Queríamos ficar perto do porto para nos levar ao próximo destino e perto do centro para darmos uns passeios à noite.

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1º Dia

Mal chegámos ao hotel e nos instalamos fomos fazer uma reserva para o nosso jantar, num restaurante que já tínhamos pesquisado, mas que também foi recomendado pelo hotel: Lay Lei Grill. O resto da tarde foi passado na piscina, a ler e a descansar. O restaurante tem um serviço próprio que vai buscar e levar os clientes ao hotel, o que é ótimo (especialmente depois de ver que o restaurante fica no topo do mundo...). O serviço e a comida eram igualmente excelentes. Posso dizer que a comida era de “comer e chorar por mais”: o pad thai (prato típico), os camarões grelhados, o arroz frito, o bife da Nova Zelandia, bem não posso falar disso que começo a salivar.

Ainda nessa noite fomos explorar o centro, que é bastante pequeno, mas tem imenso comércio e restauração. Apesar de as ruas serem um pouco escuras, não senti qualquer perigo ou insegurança.

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2º Dia

Fomos até ao porto, para embarcar no Speed Boat (1.100 THB por pessoa, aprox 25 euros) que nos ia levar a 4 ilhas: Phra Nang Cave, Tup Island, Chicken Island e Poda Island. Já tínhamos escolhido antes esta excusão, apesar de só termos feito a reserva no hotel, e posso vos dizer que fizemos a escolha certa, porque são sítios mesmo fantásticos. Acho que a nossa preferida foi a última, Poda Island, e também foi aquela em ficámos mais tempo e onde o mar era mais azul. A Tup Island é muito gira também e a Chicken Island é muito original, como devem imaginar. Deixo-vos algumas fotos para se entusiasmarem para uma próxima viagem.

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No final do dia, já bastante cansados e depois do belo duche, saímos para jantar.Neste dia sem nada marcado, fomos à aventura e acabámos por comer num italiano bastante bom no centro de Krabi.

No dia seguinte: acordar cedinho e fazer as malas para o próximo destino. E que destino…

 by KatBel

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