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Quando o tempo não está convidativo, o sofá parece sempre a melhor das opções. Um bom filme, umas pipocas, uns chocolates e uma mantinha. E, quem sabe para os mais atrevidos um copo de vinho para aquecer.

 

Mas a verdade é que é outono e o inverno está quase ai, por isso o que vai haver mais são fins de semana assim de frio e chuva e eu, apesar de gostar imenso do meu sofá, gosto de sair de casa para ir àquele sítio que tanto gosto, ou para descobrir um sítio novo ( quietinha no meu canto é que não costumo ficar muitas vezes).

 

Este fim-de-semana foi de descobertas e vou partilhar com vocês, porque quem sabe vocês também não conhecem e podem tirar ideias para a vossa próxima saída.

 

Na sexta-feira à noite fui jantar com uns amigos, que unanimemente queriam sushi. Eu sugeri um sítio novo. O primeiro sítio que se lembraram foi um sushi que abriu no Picoas Plaza, ainda não fui e continuei sem ir, porque estava cheio. Próximo… Sugestão seguinte, KOKO Restaurante no Parque das Nações. Apesar do nome não ser o mais apelativo foi uma ótima escolha. O espaço é muito giro, tem umas mesas muito originais em que as pessoas parecem que se têm de sentar no chão numa almofada, mas é só ilusão, porque a mesa é oca por baixo (bem só vendo). O atendimento muito cuidado, atencioso e simpático. E o mais importante, o sushi. O sushi é realmente bom e fresco. Optámos pelo rodizio. Um temaki, uma seleção de peças, incluindo sushi fusão e no fim umas peças mais doces (eu sinceramente não gostei, porque não gosto de sushi estilo sobremesa) e no fim a minha sobremesa preferida no japonês, gelado de sésamo. Fica aqui uma pequena foto para vos convencer a ir lá.

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Na manhã seguinte, acordar tarde (nem sempre acredito no lema “acordar cedo e cedo erguer…”) é a desculpa ideal para um brunch. O primeiro passo é que é mais complicado convenver o P. a despachar-se e eu vestir-me, se bem que desta vez até foi rápido, porque tinhamos alguma fome. 

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Já provei vários brunchs em Lisboa e realmente há sítios muito bons. Mas desta vez fui a um sítio (que para mim é novo) a Padaria do Bairro. Um sitio simples, em que primeiro ficamos com a sensação “hum não sei se vai correr bem” porque parece uma pastelaria pequenina, apesar de bastante acolhedora, mas depois ficámos claramente surpreendidos. Um dos brunchs mais completos que podem comer. Como podem ver na imagem, começa com um MEGA cesto de pão e croissants, com compotas geleias e manteiga e regado com um sumo natural. Logo de seguida um caldo verde quentinho e terminado o caldo verde, uma seleção de queijos, fiambres, salmão fumado, acompanhado de salada, ovos mexidos e cogumelos. Para finalizar um doce à escolha e uma bebida quente (café, cappuccino ou chá). Isto tudo por apenas 13,99€.

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Depois disto é preciso caminhar um bocadinho ou como os brasileiros dizem “bater perna no shopping”. E como se aproxima a época mais caótica do ano, é aproveitar os últimos fins de semana sem encontrões e empurrões. Mas não foi bem assim. A fila para o Colombo estava interminável, descontos em brinquedos, descontos na FNAC e sai tudo à rua. Como tinha de ir ao lado de lá da ponte, resolvi aproveitar para passear no Almada Forum, bastante mais desafogado, mas ainda assim com muita gente. Consegui fazer umas comprinhas e tirar ideias para o dia Natal que este ano sou eu que organizo.

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(Zara Home)

 

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 post e fotos by Bel

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O meu dia-a-dia exige roupa formal, não propriamente a obrigatoriedade de vestir um fato, mas requer algum cuidado, exceto à sexta-feira que quando não temos reuniões marcadas, podemos ir de calças de ganga, mas nem sempre arrisco nessa aposta (nunca se sabe com quem nos vamos cruzar no caminho). 

 

Mas apesar de gostar da elegância da roupa de trabalho, não é comparável com a liberdade de escolha das roupas de fim de semana. O poder andar confortável e baixinha (sempre que levo sabrinas durante a semana não escapo a ouvir isto). A possibilidade de usar uma calça mais justa ou um vestido mais curto. A ousadia de arriscar numa cor ou a tranquilidade de optar por algo tão básico, porque não me apetece mais nada. 

 

E assim aqui fica o meu look de hoje. Um look de viagem até ao norte, onde o frio nos acolhe de braços abertos.

 

 

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Bom sábado! 

 

"Like is to short to wear boring clothes."

 

by Bel

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Na semana passada não vos falei de um vinho, mas sim de algumas atividades onde podem desfrutar de toda a essência do vinho. Hoje, vou dar-vos uma sugestão de 2 vinhos que conheci a semana passada. 

 

L'AND

 

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O que sabemos?

Confesso que durante a prova que fiz não gostei muito deste vinho, mas a verdade é que um vinho tinto amadeirado como este exige um petisco para degustar simultaneamente e acreditem que quando combinado com um bom queijinho fica fantástico. Portanto, o que posso dizer é que sem nada a acompanhar pode ser algo difícil de beber, pelo menos para mim, mas quando bem combinado é uma boa delícia.

 O que sabem os especialistas na matéria?

Nos vinhos L’AND só são usadas castas nacionais, sendo a produção de uva reduzida substancialmente por forma a concentrar o vinho e aumentar a sua qualidade. Sob o olhar atento de Paulo Laureano procura-se também que a uva tenha uma produção natural, só usando adubos orgânicos e evitando o uso de químicos de síntese. Cada colheita é feita à mão em caixas de pequena quantidade com rigorosa seleção de uvas.  

Região: Alentejo

Aroma e Sabor: Uma rigorosa seleção de uvas, com uma vinificação muito cuidada e uma maturação em barricas de carvalho francês produziram um vinho de cor granada, aromas de frutas negras, mentas, especiarias e tosta, num conjunto estruturado, longo e de enorme elegância. 

Castas: Touriga Nacional, Alicante Bouschet e Touriga Franca 

Grau:-

Preço:16,95€

 

Quinta de Cidrô Sauvignon Blanc 2013

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O que sabemos?

Eu sei que fiquei rendida a este vinho. Mal o cheirei fiquei inebriada com os aromas e depois quando o provei, mesmo sem qualquer alimento a acompanhar, foi uma "festa" na minha boca. Experimentei-o com salmão, com queijos, com enchidos e acreditem que ia bem com tudo. Definitivamente entrou no meu top de vinhos. O único inconivente que possa apontar é o facto de apenas se vender em garrafeiras. 

 O que sabem os especialistas na matéria?

Embora de uma casta internacional, mostra que é um vinho do Douro, com o calor e a potência da região. O ataque na boca é rico, muito embora acabe muito suave e fresco; é longo, mas ao mesmo tempo subtil. É uma excelente opção para dias quentes. Extremamente versátil, funciona bem tanto como aperitivo como a acompanhar qualquer prato de peixe, marisco, carnes brancas, pastas ou saladas

Região: Douro

Aroma e Sabor: é um branco bastante intenso, que mistura aromas florais e frutados – estes últimos com um lado tropical –, características que o tornam tão sedutor.

Castas: Sauvignon Blanc

Grau:13º

Preço:9,90€

 

Bom resto de fim de semana.

Bons brindes. 

Fonte de informação: carrega nas imagens das garrafas.

by Bel

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Esta semana a nossa rubrica do vinho será um pouco diferente, não é apenas para falar de uma garrafa de vinho, mas sim de um sítio onde podem desfrutar de toda a essência do vinho, nas mais diversas formas. 

 

Este fim de semana fui até ao Alentejo fazer a "rota dos vinhos do Alentejo", mas sabendo que a escolha é muita, após alguma pesquisa resolvi ir até Montemor-o-Novo à Herdade das Valadas, mais precisamente ao L’AND Vineyards.  

 

Porque escolhi este sítio? Porque aqui podem desfrutar de um fim de semana especial, relaxado e com atividades para todos os gostos. Podem desfrutar apenas das instalações, os quartos são fantásticos, da piscina tranquila no meio do resort, nos dias solarengos. Para os que gostam de desfrutar de tratamento de spa, o resort dispõe de um SPA vinothérapie da Caudalie (que por sinal são produtos que gosto bastante). Os tratamentos, rituais e curas da Caudalie baseados na vinha e uva são valorizados pelas suas propriedades anti-oxidantes e pelos efeitos na beleza, bem-estar e vitalidade.

 

Para os amantes e apreciadores do vinho existe um conjunto de atividades que podem desfrutar a dois ou num grupo de amigos, como provas (com preços variados), visitas à vinha e cursos de iniciação à prova vínica e ligações Enogastronómicas. Aliado ao vinho existem também menus degustação para puderem desfrutar de toda a qualidade dos produtos alentejanos.

 

Como queria aproveitar ao máximo este fim de semana, tentei fazer um bocadinho de tudo. Mas o que gostei mais foi sem dúvida o curso vínico. Acreditem que vale mesmo a pena e que mesmo gostando tanto de desfrutar de um bom vinho há muita coisa que ainda não sei e que ontem me surpreendeu realmente. Com apenas algumas horas na companhia de verdadeiros conhecedores ficamos prontos para numa próxima escolha de vinho sabermos qual a escolha a fazer para combinar com a nossa refeição.

 

Ao longo da conversa com a enóloga fomos falando de alguns mitos e curiosidades acerca do vinho, uns deles já tinha conhecimento e outros fiquei a saber.

- A carne não vai bem só com vinho tinto, nem o peixe combina apenas com vinho branco.

- A melhor combinação com o sushi é o vinho rosé.

- Muitos pensam que se mistura a uva com outras frutas para dar diferentes aromas ao vinho. Mas aroma do vinho não provém de variadas frutas , é algo bastante complexo que está relacionado com o nosso estímulo olfativo ou sápido e com moléculas que entram em intimo contacto com outras moléculas, presentes nos nossos recetores gustativos, nas papilas linguais ou na placa olfatória. Resumindo e baralhando, quando dizemos que um vinho tem o aroma a maçã verde é porque quando o cheiramos e saboreamos, o nosso cérebro associa o sabor acido a algo que já conhecemos como as maçãs verdes. Eu sei que parece complexo, mas se explorarem um bocadinho um tema é realmente fascinante.

- Para quem gostar muito de queijo como eu, o ideal são vinhos brancos amadeirados ou vinhos tintos jovens.

- O sabor do vinho não se deve sobrepor ao sabor do alimento e vice-versa. O ideal é os sabores complementarem-se.

 

Num próximo post falo-vos de dois vinhos que conheci neste fim de semana, que claramente vou ter de repetir. Entretanto, deixo-vos algumas fotos, quem sabe não se entusiasmam e vão lá passar um fim de semana ou apenas uma tarde diferente.   

 

 

 

 

 

 

 

 

 



 

 

 

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 by Bel

 

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Sinceramente, mas este S. Pedro não se decide, nem acerta uma. 

Hoje está um dia fantástico, daqueles que só apetece estar deitadinha numa toalha a contemplar o infinito azul do mar, mas o horário laboral não permite. Começamos a esfregar as mãos e a pensar "no fim de semana este solzinho não me escapa", vamos consultar o boletim meteorológico e toda a nossa felicidade desaparece. 

Nem me importo de uma chuvinha, intercalada com estas temperaturas fantásticas, mas só durante a semana, mesmo estilo país tropical. Mas no fim de semana, quero mesmo é sol e calor. 

Será pedir muito ?

 

 



by Bel 

 

 

 

 

 

 

 

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